Análise: OSCs e a população LGBTQIA+

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Das 815.676 organizações da sociedade civil em atividade no Brasil, 362 têm potencial atuação em temas ligados ao público LGBTQIA+ (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, transexuais, queer, intersexuais, assexuais e outros). 96,4% dessas OSCs são Associações privadas que atuam, majoritariamente, na área de desenvolvimento e defesa de direitos e interesses (75,4%). Mais da metade das organizações foram fundadas entre 2006 e 2018. A maioria das OSCs, popularmente conhecidas como ONGs, tem sede no Nordeste (40,7%), seguidas pelas organizações distribuídas pelas regiões Sudeste (30,6%), Sul (13,2%), Centro-Oeste (10,5%) e Norte (9,9%).

Esses são dados divulgados no relatório descritivo de um estudo de identificação de OSCs que atuam com temas vinculados à população LGBTQIA+, realizado pelo programa “Políticas públicas para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil e da América Latina orientadas pela agenda 2030 das Nações Unidas e pelas propostas dos desafios para a nação brasileira do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada”. O projeto faz parte de uma cooperação entre a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

O dashboard sintetiza os principais resultados do estudo, como a distribuição territorial das organizações da sociedade civil, a natureza jurídica, o período de fundação ao longo do tempo, a quantidade de vínculos de trabalhos formais, além de informações sobre as finalidades de atuação e execução de projetos.

Confira no link abaixo.

 

 



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